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	<title>Comentários sobre Suspensão do Juízo</title>
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		<title>Comentário sobre Pérotin, Léonin e a Ars Antiqua por Pablo</title>
		<link>http://suspensao.blog.br/juizo/perotin-leonin-e-a-ars-antiqua/#comment-264</link>
		<dc:creator>Pablo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Oct 2012 12:39:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pois, eu não conhecia esses nomes, mas é verdade que muita gente, até quem curte música erudita, conhece poucos ou nenhuns nomes de períodos anteriores ao barroco. Essa foi uma época de evolução rápida e furiosa da técnica e notação musical. Para se ter uma ideia, no tempo da Escola de Notre Dame a notação não representava simultaneamente a duração e a altura de cada nota, como é hoje. Usava-se os modos rítmicos, que eram sequências rítmicas &quot;pré-formatadas&quot;, digamos assim.

Outro detalhe interessante é que, de modo geral, o que se considerava bom em música era o tradicional, o preestabelecido. O rompimento das tradições e a criação de novas formas musicais era visto não como liberdade, mas licenciosidade e indulgência. Assim, havia uma tendência no sentido de se suprimir a evolução da composição musical. Eventualmente a ars antiqua acabou dando espaço às novidades cada vez mais preponderantes no século XIV (e, oh!, à maior flexibilidade rítmica e harmônica).

Era preciso mesmo ser muito bom para se sobressair em um ambiente tão limitador à criatividade (acordes dissonantes? o horror! sequências rítmicas diferentes dos modos rítmicos? impossível!). Talvez seja por isso que os nomes de Léonin e Pérotin sejam lembrados mesmo em um tempo em que a maioria dos compositores era anônima. =)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois, eu não conhecia esses nomes, mas é verdade que muita gente, até quem curte música erudita, conhece poucos ou nenhuns nomes de períodos anteriores ao barroco. Essa foi uma época de evolução rápida e furiosa da técnica e notação musical. Para se ter uma ideia, no tempo da Escola de Notre Dame a notação não representava simultaneamente a duração e a altura de cada nota, como é hoje. Usava-se os modos rítmicos, que eram sequências rítmicas &#8220;pré-formatadas&#8221;, digamos assim.</p>
<p>Outro detalhe interessante é que, de modo geral, o que se considerava bom em música era o tradicional, o preestabelecido. O rompimento das tradições e a criação de novas formas musicais era visto não como liberdade, mas licenciosidade e indulgência. Assim, havia uma tendência no sentido de se suprimir a evolução da composição musical. Eventualmente a ars antiqua acabou dando espaço às novidades cada vez mais preponderantes no século XIV (e, oh!, à maior flexibilidade rítmica e harmônica).</p>
<p>Era preciso mesmo ser muito bom para se sobressair em um ambiente tão limitador à criatividade (acordes dissonantes? o horror! sequências rítmicas diferentes dos modos rítmicos? impossível!). Talvez seja por isso que os nomes de Léonin e Pérotin sejam lembrados mesmo em um tempo em que a maioria dos compositores era anônima. =)</p>
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		<title>Comentário sobre Por que as taxas bancárias não são tão ruins quanto pintam por brandizzi</title>
		<link>http://suspensao.blog.br/juizo/por-que-as-taxas-bancarias-nao-sao-tao-ruins-quanto-pintam/#comment-218</link>
		<dc:creator>brandizzi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 04:13:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Opa, obrigado! Acho que estou escrevendo melhor, mesmo, tenho praticados mais. É para isto mesmo que tenho o blog, afinal :)

Quanto à semelhança... Nunca li Freakonomics, mas posso imaginar algumas razões para parecer com eles: ultimamente estou lendo muito, mas muito artigo recomendado no http://aldaily.com e acho que estou pegando o estilo deles :) mesmo sem ler, aposto que Freakonomics segue bem este estilo &quot;jornalista high brow&quot; de escrever. Enfim, só um chute.

De resto, obrigado pelo comentário e marquemos um sushi :D

Até!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Opa, obrigado! Acho que estou escrevendo melhor, mesmo, tenho praticados mais. É para isto mesmo que tenho o blog, afinal <img src='http://suspensao.blog.br/juizo/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Quanto à semelhança&#8230; Nunca li Freakonomics, mas posso imaginar algumas razões para parecer com eles: ultimamente estou lendo muito, mas muito artigo recomendado no <a href="http://aldaily.com" rel="nofollow">http://aldaily.com</a> e acho que estou pegando o estilo deles <img src='http://suspensao.blog.br/juizo/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  mesmo sem ler, aposto que Freakonomics segue bem este estilo &#8220;jornalista high brow&#8221; de escrever. Enfim, só um chute.</p>
<p>De resto, obrigado pelo comentário e marquemos um sushi <img src='http://suspensao.blog.br/juizo/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Até!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Por que as taxas bancárias não são tão ruins quanto pintam por André Luis Ferreira da Silva Bacci</title>
		<link>http://suspensao.blog.br/juizo/por-que-as-taxas-bancarias-nao-sao-tao-ruins-quanto-pintam/#comment-217</link>
		<dc:creator>André Luis Ferreira da Silva Bacci</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 00:45:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando eu crescer, quero conseguir escrever textos tão claros e diretos ao ponto como esse.

De verdade.

Lembra de cara (e não só pelo assunto) o pessoal do Freakonomics.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu crescer, quero conseguir escrever textos tão claros e diretos ao ponto como esse.</p>
<p>De verdade.</p>
<p>Lembra de cara (e não só pelo assunto) o pessoal do Freakonomics.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Mulher de um Homem Só por brandizzi</title>
		<link>http://suspensao.blog.br/juizo/mulher-de-um-homem-so/#comment-211</link>
		<dc:creator>brandizzi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 21:21:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá, Sharon! Prazer relê-la :)

Fiquei surpreso quando vi que o Alex Castro postou o link para cá. Primeiro, porque ele nunca o tinha feito para esta resenha, provavelmente porque não era tão positiva (o que foi uma decisão bastante razoável dado que ele estava não discutindo, mas vendendo seu peixo no blog). Depois, me surpreendeu também que ele conhecesse meu novo domínio.

Confesso que sinto certa antipatia pelos clássicos do Pedro Bandeira para crianças mais crescidas - exceto A Marca de uma Lágrima, que acho lindo :~ e Agora Estou Sozinha... Por outro lado, minha antipatia deve-se mais ao enredo que ao estilo e, no ponto onde descrevi a semelhança, achei o este um fato positivo, também - no mínimo, divertido.

Quanto a Marcos Rey, acho que mal li O Garoto de Ouro... Não gostei muito, mais ou menos pela mesma razão que não gostava do ciclo dos Karas. De qualquer forma, não consegui captar semelhança de nenhum autor adulto moderno com Marcos Rey, mas vale notar que não estou lendo muita coisa moderna também :)

Até!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Sharon! Prazer relê-la <img src='http://suspensao.blog.br/juizo/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Fiquei surpreso quando vi que o Alex Castro postou o link para cá. Primeiro, porque ele nunca o tinha feito para esta resenha, provavelmente porque não era tão positiva (o que foi uma decisão bastante razoável dado que ele estava não discutindo, mas vendendo seu peixo no blog). Depois, me surpreendeu também que ele conhecesse meu novo domínio.</p>
<p>Confesso que sinto certa antipatia pelos clássicos do Pedro Bandeira para crianças mais crescidas &#8211; exceto A Marca de uma Lágrima, que acho lindo :~ e Agora Estou Sozinha&#8230; Por outro lado, minha antipatia deve-se mais ao enredo que ao estilo e, no ponto onde descrevi a semelhança, achei o este um fato positivo, também &#8211; no mínimo, divertido.</p>
<p>Quanto a Marcos Rey, acho que mal li O Garoto de Ouro&#8230; Não gostei muito, mais ou menos pela mesma razão que não gostava do ciclo dos Karas. De qualquer forma, não consegui captar semelhança de nenhum autor adulto moderno com Marcos Rey, mas vale notar que não estou lendo muita coisa moderna também <img src='http://suspensao.blog.br/juizo/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Até!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Mulher de um Homem Só por Sharon Caleffi</title>
		<link>http://suspensao.blog.br/juizo/mulher-de-um-homem-so/#comment-210</link>
		<dc:creator>Sharon Caleffi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 02:14:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[então que eu tava vendo os links das resenhas  no site do Alex e &quot;poxa, esse eu conheço&quot;. Que bom uma resenha com os pontos negativos.  Problema nenhum parecer Pedro Bandeira, aliás, conhece alguém que escreve como o Marcos Rey?

=D]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>então que eu tava vendo os links das resenhas  no site do Alex e &#8220;poxa, esse eu conheço&#8221;. Que bom uma resenha com os pontos negativos.  Problema nenhum parecer Pedro Bandeira, aliás, conhece alguém que escreve como o Marcos Rey?</p>
<p>=D</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Imigração de haitianos por brandizzi</title>
		<link>http://suspensao.blog.br/juizo/imigracao-de-haitianos-2/#comment-209</link>
		<dc:creator>brandizzi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:30:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://suspensao.blog.br/juizo/?p=1020#comment-209</guid>
		<description><![CDATA[Pois é, Sharon, ao menos foi no caminho certo. Espero que haja mais abertura muito em breve!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Sharon, ao menos foi no caminho certo. Espero que haja mais abertura muito em breve!</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Imigração de haitianos por Sharon</title>
		<link>http://suspensao.blog.br/juizo/imigracao-de-haitianos-2/#comment-208</link>
		<dc:creator>Sharon</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:18:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Brandizzi, também acho razoável a decisão... e concordo contigo, podemos receber os imigrantes e temos muito a ganhar com a chegada deles.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Brandizzi, também acho razoável a decisão&#8230; e concordo contigo, podemos receber os imigrantes e temos muito a ganhar com a chegada deles.</p>
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		<title>Comentário sobre O Arqueólogo por brandizzi</title>
		<link>http://suspensao.blog.br/juizo/o-arqueologo/#comment-207</link>
		<dc:creator>brandizzi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 18:46:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá, Ana! Obrigado :)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Ana! Obrigado <img src='http://suspensao.blog.br/juizo/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O Arqueólogo por Ana Beatriz</title>
		<link>http://suspensao.blog.br/juizo/o-arqueologo/#comment-206</link>
		<dc:creator>Ana Beatriz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 12:56:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gostei muito do poema!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito do poema!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Redes sociais e comentários de blogs por brandizzi</title>
		<link>http://suspensao.blog.br/juizo/redes-sociais-e-comentarios-de-blogs/#comment-205</link>
		<dc:creator>brandizzi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 15:57:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://suspensaodejuizo.wordpress.com/?p=924#comment-205</guid>
		<description><![CDATA[Olá, Permafrost!

&lt;blockquote&gt;Coincidência ou não, tou repostando em meu blogue TODOS os comentários à mão, um por um, pq não achei jeito de o blogspot importá-los. São mais de dois mil, e já tou na metade. Futuramente talvez leve tudo pro WordPress.&lt;/blockquote&gt;

Trabalhinho inglório, hein? Mas é bom, aposto que há muitas discussões notáveis neles.

&lt;blockquote&gt;Não vejo graça nenhuma em “redes sociais”; é como ficar na varanda conversando com o vizinho na varanda dele.&lt;/blockquote&gt;

A princípio acho a mesma coisa, por isso não uso tanto &quot;redes sociais de gente próxima&quot;, como Orkut e Facebook. Entretanto, há outras redes sociais que expandem o horizonte de contatos e, por isso mesmo, vão além da vizinhança. Quando eu usava Google Buzz, por exemplo, a maior parte das pessoas com quem eu conversava eu nunca tinha visto pessoalmente. Inclusive, conversava e seguia russos, italianos, alemães, argentinos... Para alguém que nunca saiu do país e raramente sai da própria cidade, foi uma oportunidade única. Mas especialmente essas redes sociais estão relacionadas aos problemas que comentei.

Até!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Permafrost!</p>
<blockquote><p>Coincidência ou não, tou repostando em meu blogue TODOS os comentários à mão, um por um, pq não achei jeito de o blogspot importá-los. São mais de dois mil, e já tou na metade. Futuramente talvez leve tudo pro WordPress.</p></blockquote>
<p>Trabalhinho inglório, hein? Mas é bom, aposto que há muitas discussões notáveis neles.</p>
<blockquote><p>Não vejo graça nenhuma em “redes sociais”; é como ficar na varanda conversando com o vizinho na varanda dele.</p></blockquote>
<p>A princípio acho a mesma coisa, por isso não uso tanto &#8220;redes sociais de gente próxima&#8221;, como Orkut e Facebook. Entretanto, há outras redes sociais que expandem o horizonte de contatos e, por isso mesmo, vão além da vizinhança. Quando eu usava Google Buzz, por exemplo, a maior parte das pessoas com quem eu conversava eu nunca tinha visto pessoalmente. Inclusive, conversava e seguia russos, italianos, alemães, argentinos&#8230; Para alguém que nunca saiu do país e raramente sai da própria cidade, foi uma oportunidade única. Mas especialmente essas redes sociais estão relacionadas aos problemas que comentei.</p>
<p>Até!</p>
]]></content:encoded>
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